domingo, 23 de maio de 2010

Debate em favor de Cuba na posse do novo cônsul cubano em São Paulo

Cebrapaz - Um debate com o diretor de Comunicação do Cebrapaz , José Reinaldo Carvalho, marcou a “estreia” em eventos públicos do novo cônsul geral de Cuba, Lázaro Mendes, na noite desta quinta-feira (20), no Soteropolitano Restaurante, em São Paulo (SP).
Mediado por Denis Veiga, membro do núcleo estadual do Cebrapaz-SP, a atividade teve como tema “A Defesa do Povo Cubano e A Ofensiva da Direita Brasileira”.
Lázaro Mendes enalteceu “o movimento brasileiro de solidariedade a Cuba”, que, segundo ele, é “incrivelmente militante”. Para o novo cônsul, o apoio à ilha caribenha, liderada por Fidel e Raúl Castro, ganha mais destaque “nestes dias em que Cuba enfrenta uma campanha internacional midiática como nenhuma outra”.
“Os 50 anos de experiência socialista em Cuba é pouco perto do tempo de vida do capitalismo. Estamos aprendendo, vivemos momentos de reflexão — mas temos convicção ideológica. Podemos cometer erros no caminho, mas não erros de princípios”, declarou Lázaro Mendes.
Ao iniciar sua exposição, José Reinaldo citou as últimas “Reflexões de Fidel”, que abordavam os 115 anos da “gloriosa morte” do poeta, jornalista e revolucionário “José Martí”. A conclusão de Fidel Castro é contundente: “As ideias de Martí triunfaram em nossa Pátria”.
O diretor do Cebrapaz lamentou o “momento ideológico obscurantista” que lança Cuba como alvo de “uma campanha tão furiosa”, com “tamanhas mentiras, tamanhas calúnias”. Na opinião de José Reinaldo, um dos grandes méritos da experiência socialista cubana é saber fazer autocríticas. “Cuba está fazendo aperfeiçoamentos revolucionários”, frisou.
Na opinião do dirigente, as ameaças conservadoras encontram resistência na América Latina, onde há “15 governos de esquerda ou centro-esquerda — alguns declaradamente anti-imperialistas e socialistas”. “A campanha contra Cuba é uma reação a esta vitória que estamos alcançando.”

Debate em defesa de Cuba marca “estreia” de novo cônsul em SP

Um debate com o diretor de Comunicação do Cebrapaz , José Reinaldo Carvalho, marcou a “estreia” em eventos públicos do novo cônsul geral de Cuba, Lázaro Mendes, na noite desta quinta-feira (20), no Soteropolitano Restaurante, em São Paulo (SP). Mediado por Denis Veiga, membro do núcleo estadual do Cebrapaz-SP, a atividade teve como tema “A Defesa do Povo Cubano e A Ofensiva da Direita Brasileira”.
Lázaro Mendes enalteceu “o movimento brasileiro de solidariedade a Cuba”, que, segundo ele, é “incrivelmente militante”. Para o novo cônsul, o apoio à ilha caribenha, liderada por Fidel e Raúl Castro, ganha mais destaque “nestes dias em que Cuba enfrenta uma campanha internacional midiática como nenhuma outra”.
“Os 50 anos de experiência socialista em Cuba é pouco perto do tempo de vida do capitalismo. Estamos aprendendo, vivemos momentos de reflexão — mas temos convicção ideológica. Podemos cometer erros no caminho, mas não erros de princípios”, declarou Lázaro Mendes.
Ao iniciar sua exposição, José Reinaldo citou as últimas “Reflexões de Fidel”, que abordavam os 115 anos da “gloriosa morte” do poeta, jornalista e revolucionário “José Martí”. A conclusão de Fidel Castro é contundente: “As ideias de Martí triunfaram em nossa Pátria”.
O diretor do Cebrapaz lamentou o “momento ideológico obscurantista” que lança Cuba como alvo de “uma campanha tão furiosa”, com “tamanhas mentiras, tamanhas calúnias”. Na opinião de José Reinaldo, um dos grandes méritos da experiência socialista cubana é saber fazer autocríticas. “Cuba está fazendo aperfeiçoamentos revolucionários”, frisou.

Na opinião do dirigente, as ameaças conservadoras encontram resistência na América Latina, onde há “15 governos de esquerda ou centro-esquerda — alguns declaradamente anti-imperialistas e socialistas”. “A campanha contra Cuba é uma reação a esta vitória que estamos alcançando.”

domingo, 9 de maio de 2010

O dia em que os povos derrotaram o fascismo

A humanidade comemora neste domingo, 9 de maio, o dia da vitória. Nesta data, há 65 anos , os representantes do comando do exército nazista alemão, assinavam perante o comando soviético o ato de capitulação incondicional.

Por José Reinaldo Carvalho*

Nesse mesmo dia, depois de desbaratadas as tropas nazistas nos campos de batalha em toda a Europa, eram liquidadas em Praga, então capital da Tchecoslováquia, os últimos focos daquela que fora a maior máquina de guerra já montada até então. Estes dois acontecimentos assinalam o final da Segunda Guerra Mundial na Europa. É o dia da vitória, vitória dos povos da União Soviética, que arrostaram os maiores sacrifícios impostos pela guerra, vitória dos povos, que derrotavam o regime fascista e reconquistavam a liberdade, vitória das nações, que resgataram sua independência em face do império nazi-fascista. Vitória da humanidade.
Pouco antes, em 30 de abril, depois de uma desesperada resistência alemã nos campos de batalha da Prússia Oriental e da Áustria, as tropas soviéticas entraram em Berlim, atacaram os últimos redutos dos nazistas e içaram sobre o Reichstag a bandeira da vitória, o pano encarnado da aliança operária e camponesa que ali representava a unidade dos povos de todo o mundo. Em 2 de maio capitulava a guarnição de Berlim.
Caía assim o estado fascista alemão, quebrava-se a colossal máquina de guerra que submeteu e atormentou a humanidade.

Guerra imperialista

Naquele 9 de maio, há 65 anos, terminava na Europa a guerra que causou a morte de 50 milhões de pessoas nos campos de batalha e sob bombardeios. Nos campos de concentração nazistas 12 milhões de pessoas foram assassinadas sob cruéis suplícios. Outros milhões de pessoas – quase 100 milhões! – ficaram inválidas ou mutiladas. Os povos da União Soviética pagaram o maior preço – 27 milhões de mortos, entre estes 7,5 milhões de soldados. Quatro meses depois, em dois de setembro, terminava em definitivo o conflito, com a capitulação japonesa.
A Segunda Guerra Mundial iniciada em 1939, com o ataque à Polônia, tinha em sua origens, tal como a Primeira, as contradições interimperialistas. Desencadeada pelas potências mais agressivas à época, sobretuido a Alemanha nazista, foi a culminância do desenvolvimento desigual do mundo capitalista, de suas crises, da luta por mercados e fontes de matérias primas, pela redivisão do mundo e pelo poder mundial.
Nessa disputa o objetivo da Alemanha era estabelecer a hegemonia na Europa e ampliar seu império no Oriente Médio e na África. O Japão pretendia estabelecer sua hegemonia no Oceano Pacífico, transformar em suas colônias a China, a Coreia, a Indonésia, a Indochina, a India e as ilhas do Pacífico. Já os fascistas italianos sonhavam em transformar o Mar Mediterrâneo num “mare nostrum” italiano, submeter os países balcânicos e ocupar a Argélia, a Tunísia, a Córsega e outros países. Esses objetivos hegemonistas entravam em contradição com os interesses da Grã Bretanha, da França e dos Estados Unidos.
A Inglaterra e a França declararam guerra à Alemanha , mas nenhuma ação militar se desenvolveu na frente ocidental até abril de 1940, o que permitiu à Alemanha aumentar o número de territórios ocupados. Em abril de 1940 foi a vez da Dinamarca e da Noruega serem pisoteados pelo tacão nazista e em maio maciços bombardeios foram feitos sobre a Holanda, a Bélgica e a França. Sem resistência e até com dócil cooperação das vítimas, avançavam pela Europa as tropas hitleristas. Pior dos opróbrios para uma nação que se orgulhava de ter sido revolucionária, a França cai sob o ditame hitleriano e assina a ata de capitulação.
Grandes batalhas soviéticas

A guerra muda de caráter a partir da invasão da União Soviética em 22 de junho de 1941. Parecia o auge da campanha militar fascista, mas logo se viu que a agressão à pátria do socialismo foi o começo do fim do exército e do regime de Hitler. A imaginada derrocada do socialismo sugeriu a alguns, primeiramente os fascistas mas também às potências capitalistas ocidentais, a estratégia de sorguer uma “nova ordem”através de acordos secretos e de uma bem urdida divisão do mundo entre os países imperialistas. Mas foi exatamente a partir daí que o curso dos acontecimentos mudou.
A União Soviética, no começo em inferioridade, organiza a resistência. Mais adiante passará à ofensiva. E fará com que a guerra termine no quartel-general de quem a iniciou.
Todo o poder estatal da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, nas circunstâncias de ameaça à sobrevivência da pátria, concentra-se doravante no Comitê Estatal de Defesa. Com a proclamação “A Pátria em Perigo!”, Stálin faz um chamamento a todos os povos da URSS a se levantarem e concentrarem forças na luta para desbaratar os agressores. O front e a retaguarda se transformaram num só e indivisível campo de batalha.
Ainda em 1941, o exército nazista fez profundas incursões no território da URSS. Ocupou a Ucrânia e a Bielorrússia e iniciou celeremente uma marcha rumo a Moscou. O comando nazista imaginou uma rápida tomada da capital e chegou a declarar que em 7 de novembro, quando habitualmente os soviéticos comemoravam o aniversário da Revolução num grande desfile militar e em concentrações populares, o exército alemão realizaria sua parada militar na Praça Vermelha.
Mas o povo moscovita travou encarniçadas batalhas e sustentou heroica resistência, primeiro detendo, em seguida rechaçando para bem longe os agressores nazistas. A derrota germânica às portas de Moscou foi um acontecimento militar de grande importância que viria a exercer enorme influência nos desdobramentos da guerra. Terminava ali o mito de que o exército hitlerista era invencível. A partir de então, os povos soviéticos e todos os povos submetidos pelo fascismo ganharam confiança, inspiração e força moral para enfrentar o pior inimigo da humanidade.
Outra virada radical que determinou o desenvolvimento posterior dos acontecimentos políticos e militares da Segunda Guerra Mundial foi a batalha de Stalingrado. Foram travados sangrentos combates, a partir de determinada altura em cada palmo da cidade, em cada rua, em cada casa, transformadas em trincheiras, combates de cada homem e mulher, velhos e jovens, soldados improvisados, que escreveram uma das epopeias mais heróicas de todos os tempos.
Em Stalingrado começou a queda do exército germânico, do estado fascista. Após Stalingrado inverteu-se o quadro de forças da guerra. Duas outras grandesbatalhas, dentre as centenas de ações de resistência e combate do Exército Vermelho, a de Kursk (julho de 1943) e a de Leningrado (janeiro de 1944) foram também enfrentamentos decisivos para desbaratar a máquina de guerra de Hitler.

Ofensiva libertadora

É necessário assinalar ainda a grande ofensiva do exército soviético em 1944 e 1945, com a libertação da Ucrânia, da Bielorrússia, dos países bálticos e as incursões nos territórios da Romênia, Tchecoslováquia, Hungria, Iugoslávia e, por fim, a já mencionada tomada de Berlim.
A vitória dos povos na Segunda Guerra Mundial é resultado ainda de dois outros fatores – a coalizão anti-fascista e as lutas democráticas e populares, que constituíram fator decisivo para a derrubada do fascismo. Espalharam-se as lutas guerrilheiras e os exércitos guerrilheiros em toda as partes da Europa e Ásia. Em todos os continentes, os povos se organizaram em frentes populares de libertação nacional nas quais participavam amplos setores progressistas. Amadureceu a ideia e consolidou-se a experiência de realizar amplas alianças políticas para bater o inimigo comum, com papel destacado para as forças revolucionárias, particularmente os comunistas.
Em todas as partes foi grande o clamor para que os Estados Unidos e o Reino Unido se aliassem à União Soviética e fosse criada a frente ocidental. O reflexo disso no Brasil foi a pressão política e social para que o governo de Getúlio Vargas abandonasse a política de eqüidistância e aderisse ao esforço de guerra dos Aliados. Os governos das grandes potências ocidentais, nomeadamente os EUA e o Reino Unido e os das nações por estes polarizadas acabaram compreendendo que era indispensável a cooperação com a URSS, para enfrentar a Alemanha, mesmo mantendo suas ambiguidades, seus objetivos imperialistas e os seus interesses meramente pragmáticos de afastar o concorrente interimperialista.
A celebração do Dia da Vitória não é algo que não diga respeito à geração que numa outra situação histórica luta hoje pela paz, a democracia, a independência nacional e o socialismo. São graves as ameaças que pairam sobre a humanidade. Com diferenças na forma e nas proclamações, as forças imperialistas e em primeiro lugar os Estados Unidos da América submetem os povos a novos tipos de tirania, funcionais à manutenção de uma ordem iníqua, baseada no poder do imperialismo e de classes dominantes retrógradas, que impõem restrições de toda ordem à liberdade, atentam contra a soberania nacional, promovem políticas anti-sociais em que a regra básica é a violação dos direitos dos trabalhadores, militarizam o planeta, põem em perigo a paz e a segurança da humanidade e contaminam o ambiente.
É indispensável conhecer o passado, como agiu o inimigo e como lutaram os povos, primeiro para que os crimes de lesa-humanidade não se repitam jamais e também para que as atuais gerações de militantes sejam capazes de recolher as ricas lições que emanam da experiência heróica das gerações anteriores.

* Editor do Portal Vermelho
Veja abaixo um documentário em três vídeos sobre a Batalha do Arco de Kursk, em espanhol.

Batalla de Kursk 1/3

Batalla de Kursk 2/3

Batalla de Kursk 3/3

sábado, 1 de maio de 2010

Lula defende redução da jornada no 1º de Maio Unificado

Brasil1 de Maio de 2010 - 17h48 Portal da CTB


Ao lado de Dilma, Wagner Gomes, entre outros, Lula discursa aos trabalhadores

Lula defende redução da jornada no 1º de Maio Unificado

O presidente Lula destacou durante discurso, em São Paulo, no 1º de Maio Unificado convocado pela CTB, UGT e Nova Central, que entre outras coisas que se comemoram neste Dia dos Trabalhadores está a proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais em tramitação no Congresso Nacional, cujo principal objetivo é “empregar mais trabalhadores”.
Muito bem recebido por um público estimado em 100 mil pessoas pelo presidente da CTB, Wagner Gomes, o presidente falou à tarde no ato realizado pelas três centrais, depois de prestigiar as manifestações organizadas pela Força Sindical e CUT. “Tem muita gente nova que não sabe dos sacrifícios que foram feitos no passado para que a classe trabalhadora conquistasse seus direitos”, declarou Lula, lembrando que antigamente, no capitalismo, a jornada diária de trabalho chegava a 16 horas e muita gente morreu para que o tempo de trabalho fosse reduzido a 8 horas diárias.
Valeu a pena

Segundo Lula, “valeu a pena a classe trabalhadora acreditar e eleger um metalúrgico para a Presidência. Já elegeu empresários, fazendeiros, advogados e professores, mas precisou eleger um metalúrgico para fazer o que a classe trabalhadora precisava”.
Assegurou que concluirá oito anos à frente do Executivo com a criação de 14 milhões de empregos. Com a exceção da China, de acordo com ele ninguém mais conseguiu isto. Citou também a valorização do salário mínimo e o Bolsa Família como exemplos das medidas que foram tomadas pelo seu governo em prol da classe trabalhadora.

Fora FMI

O presidente disse que tem orgulho de poder olhar no olho dos trabalhadores e trabalhadoras do país, enquanto a maioria dos presidentes “não teria coragem sequer de participar de um 1º de Maio”. Segundo o presidente da CTB, Wagner Gomes, esta é a primeira vez desde 1951 que um presidente da República participa nas manifestações do Dia dos Trabalhadores.
Lula conclui seu discurso contando uma pequena história relacionada ao FMI. Lembrou que os companheiros sindicalistas presentes (referindo-se aos presidentes da CTB, Wagner Gomes, UGT, Ricardo Patah, e Nova Central, José Calixto) ficaram com os braços cansados de carregar faixas contra o FMI. “Pois nós mandamos o FMI embora e depois ainda emprestamos 14 bilhões de dólares ao Fundo, viramos credores em vez de devedores”.

Dilma
Recebida no ato aos gritos de “olê, olê, olá, Dilma, Dilma”, a ex-ministra Dilma Roussef e pré-candidata do PT à Presidência da República também falou na festa do 1º de Maio Unificado.
“Estamos reunidos num dia de comemoração e de luta”, ressaltou Dilma. “Temos o que comemorar. O salário mínimo hoje equivale a 300 dólares, quando o governo Lula começou valia menos que 100 dólares. O Brasil está crescendo e não só para os mais ricos, mas para todo o povo”, acrescentou.Ao elogiar o governo Lula, a pré-candidata do PT disse que “o presidente garantiu que o país não ficasse de joelhos perante o FMI. Passamos a ser um povo orgulhoso de nós mesmos e do nosso país, criamos 12 milhões de empregos com carteira assinada, retiramos mais de 20 milhões da pobreza e provamos que o Brasil pode crescer e ao mesmo tempo distribuir a riqueza e que a distribuição mais justa da renda nacional acelera o crescimento econômico”.
“Mais desenvolvimento é o que queremos”, proclamou Dilma. “Mais salário no bolso do trabalhador, mais educação para os filhos da classe trabalhadora, mais creches e um povo com melhor qualidade de vida. É isto que queremos, é isto o que o Brasil precisa”.

Sucesso

Os presidentes das três centrais que organizaram o 1º de Maio Unificado ressaltaram, em seus pronunciamentos, a luta pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Wagner Gomes, da CTB, considerou que o ato foi "um sucesso", destacando o seu "caráter unitário" e as seis bandeiras de luta (redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário; ratificação da Convenção 158 da OIT, que proíbe demissões imotivadas; fim do fator previdenciário; direito à igualdade de oportunidade; desenvolvimento nacional com valorização do trabalho; e política de valorização permanete do salário mínimo).
"Tivemos um bom público", prosseguiu o sindicalista, "recebemos o parabéns da Dilma por isto e fomos prestigiado pela presença do presidente da República, um fato histórico que ocorre pela primeira vez desde 1951. Foi um grande sucesso", arrematou.
Entre outras personalidades passaram pela manifestação da CTB, UGT e Nova Central o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, os deputados federais Aldo Rebelo, Carlos Zaratine e Roberto Santiago, os senadores Aloísio Mercadante e Eduardo Suplicy, o delegado Protógenes Queiroz, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi e o presidente da UNE, Augusto Chagas.

Da redação, Umberto Martins
Portal Vermelho

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