domingo, 28 de março de 2010

DILMA PARA O BRASIL AVANÇAR!!!!

de Março de 2010 - 18h16 Aumentar o tamanho da fonte.Configurar fonte como padrão.Reduzir o tamanho da fonte.PCdoB com Dilma para o Brasil avançar!

As eleições de outubro serão decisivas para os destinos do país. O PCdoB que completa 88 anos de lutas pela construção do Brasil; que apoiou, desde a primeira hora, o presidente Lula em todas as suas campanhas à presidência da República e exerce responsabilidades políticas e administrativas no seu governo, analisa o desenrolar desta histórica sucessão presidencial e anuncia seu posicionamento.
Estão em confronto dois campos políticos antagônicos. A aliança de partidos, movimentos populares, setores sociais e empresariais democráticos, liderada pelo presidente Lula versus legendas que sustentaram o governo neoliberal de FHC que levou o Brasil à ruína. Neste embate político não há meio termo. Seu resultado ou garantirá a continuidade do ciclo político aberto pelo presidente Lula, ou será o retrocesso com o retorno daqueles que arrasaram o Brasil aplicando a mesma receita que agravou a grande crise capitalista que ainda sacode o mundo. É uma oposição de passado fracassado e de futuro temerário.
O Brasil, sob a regência dos dois mandatos do presidente Lula, conquistou um ciclo virtuoso. Nele a democracia se amplia, a soberania do país se fortalece e o crescimento econômico se associa ao progresso social e à integração solidária com os países vizinhos. Superada a “herança maldita” dos tucanos, começou a nascer um novo projeto nacional de desenvolvimento direcionado para o aumento da produção, a valorização do trabalho e a melhoria da qualidade de vida de milhões de brasileiros. Se permanecer neste caminho, o Brasil poderá tornar-se, em tempo breve, numa das nações progressistas mais fortes e influentes do mundo. Emerge como fruto deste processo o elevado protagonismo de Luiz Inácio Lula da Silva. Liderança de origem popular respeitada internamente e no exterior. Fato que é um trunfo, pois seu desempenho pode contribuir para unir a Nação e fortalecê-la na difícil jornada pela sua afirmação.
Para que o Brasil siga na trilha atual, o presidente Lula escolheu a ministra- chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, para disputar a sua sucessão. O Partido dos Trabalhadores aprovou seu nome, por aclamação, no seu congresso realizado em fevereiro, como pré- candidata à presidência da República.
Nos últimos meses, o PCdoB manteve reuniões com Dilma nas quais ficou explícita a afinidade programática entre ela e a nossa legenda e da mesma forma com a direção recém-eleita do PT. Além da convergência de ideias e do pacto pelo o progresso do país, ressalta-se o valor de uma mulher cuja personalidade política se forjou na luta democrática. Ela demonstrou, à frente de importantes funções públicas e sobretudo como ministra do atual governo, competência, liderança e compromisso com o Brasil e o povo.
Simultaneamente a esses entendimentos, a evolução do quadro eleitoral confirmou a certeza previamente anunciada pelo nosso Partido quanto ao caráter plebiscitário do pleito e a necessária unidade do campo democrático, patriótico e popular. Este fato e o diálogo frutífero descrito possibilitaram ao PCdoB amadurecer a convicção de que Dilma está credenciada para disputar, vencer e governar com pleno êxito. Alicerçada na força do povo e numa ampla coligação na qual a esquerda tenha papel relevante, poderá com a bandeira de um programa audacioso garantir um período de desenvolvimento ainda mais arrojado. Como ela mesma proclama: “Continuidade é avançar, avançar e avançar”!
Pelo exposto, o PCdoB movido pelos seus compromissos com o Brasil e os trabalhadores anuncia que no início de abril, em ato a se realizar na Capital da República, manifestará o seu apoio à pré-candidatura de Dilma Roussef, posição que será oficializada na sua convenção eleitoral em junho.
Por uma nova vitória do povo, pela continuidade e o avanço do desenvolvimento com progresso social, vamos com Dilma, a primeira mulher que presidirá a República!


São Paulo, 5 de março de 2010

A Comissão Política Nacional do PCdoB

sábado, 6 de março de 2010

Balanço da Ouvidoria divulga lista de reclamações da população

A qualidade no atendimento dos órgãos da prefeitura da capital precisa melhorar. É o que aponta o relatório anual da Ouvidoria municipal, divulgado hoje.

A sensação é de decepção, desrespeito. “Ah falam pra gente: senta e espera. A gente paga imposto”, fala Ligia Matos, corretora de seguros.
Quando você procura um serviço, você espera ser bem tratado pelos funcionários, obter das informações de que precisa, e principalmente conseguir atendimento, certo? Pois a principal reclamação dos paulistanos que procuraram o serviço público no ano passado, segundo a Ouvidoria Geral do município foi exatamente com a qualidade desse atendimento.
Dos 16.265 registros que chegaram a Ouvidoria, 2.420 foram sobre essa qualidade ou a falta dela e quase a metade foi de queixa no serviço de saúde.

Dona Maria de Lourdes saiu do posto de saúde decepcionada. Marcou a consulta há cinco meses e hoje não conseguiu ser atendida.
“A médica está de férias e tem outra substituindo ela e a médica não veio hoje”, fala Maria de Lourdes de Oliveira, comerciante.

A ouvidora geral explica que as queixas são encaminhadas aos setores da prefeitura responsáveis pelo serviço da prefeitura ao cidadão.

“Nós acompanhamos cada uma dessas reclamações de uma maneira personalizada, individualizada, procuramos extrair dessa reclamação o que ela tem de coletivo e depois transformamos esses registros em relatórios para que os gestores possam acompanhar também essas reclamações e tomar as providências pra melhorar e evitar que o problema continue”, explica Maria Inês Fornazaro, ouvidora geral do município.
A Secretaria Municipal da Saúde informou que, no ano passado, o número de reclamações caiu 30% em relação a 2008 e que isso demonstra que o atendimento à população está melhorando.

SPTV 2ª Edição
04/03/2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

O caos na Saúde pública brasileira

A saúde pública no Brasil é uma questão que necessita de mais atenção dos órgãos competentes. A realidade nos mostra um país desestabilizado onde as políticas públicas são incoerentes e desrespeitam a sociedade. É vergonhoso ver nossas crianças e idosos morrendo em corredores dos hospitais públicos; ora por falta de atendimento, ora por falta de remédios. Outro aspecto relevante desse “quadro negro” brasileiro é em relação às greves que assolam cada vez mais o povo oprimido, que luta constantemente por uma vaga nos postos de saúde.
Os profissionais da área chegam ao ponto de se ferem obrigados a parar suas atividades justamente para reivindicar do governo, melhores condições de trabalho e até mesmo reajuste salarial. Estamos diante de uma situação onde a vítima desse caos público somos nada mais, nada menos que nós mesmo, ou do povo oprimido? Uma reforma administrativa é essencial. Outros problemas que afligem a saúde dos brasileiros são inumeráveis. A falta de estrutura e a super lotação dos postos de saúde e hospitais públicos são dilemas que necessitam ser revistas.
O resultado desse serviço de “excelência” do Governo vem sendo mostrado constantemente nos noticiários da TV, como é o caso do nordeste vive atualmente um dilema em se tratando de saúde pública, “Uma criança de um ano e cinco meses morreu por falta de atendimento em um posto de saúde de Maceió. Não havia pediatra de plantão, por causa da greve dos médicos da rede estadual”. Quantas crianças precisaram perder a vida para que essa situação se transforme? É evidente que nosso país não é dos melhores e que somos taxados como país de terceiro mundo. Mas o povo humilde que sofre com tantas filas, greves e falta de remédios, merece ser tratados como terceiros?

Nosso país não é o primeiro, mas pelo menos merecemos uma saúde de primeira, digna de alimentar as esperanças de um povo sofredor. Que luta dia-a-dia para pelo menos conseguir uma consulta através do SUS. O Sistema Único de Saúde precisa urgentemente ser reformulado. A sociedade pede emergência e os brasileiros se humilham:

Pedro Martins
Estudante de Jornalismo

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